COP-15 foi um fiasco
Encontro de líderes mundiais para discutir aquecimento global resultou na concordância em se criar um fundo de 30 bilhões de dólares para combater os problemas
Sem um acordo real para tentar combater o aquecimento global, terminou nesta sexta-feira (18/dezembro) a Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas (COP-15), realizada em Copenhague, Dinamarca. O evento que começou no dia 07 deste mês só conseguiu fazer com que se chegasse a um denominador comum: segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA) do Brasil, os países ricos irão contribuir com US$ 30 bilhões nos próximos três anos, para um fundo de luta contra o aquecimento global.
Numa proposta apresentada pela Austrália, México, Noruega e Reino Unido, 50 por centos deste fundo deveriam ser destinados aos países em desenvolvimento, de preferência os mais pobres, priorizando os mais pobres e mais vulneráveis, de acordo com a Secretaria de Relações Exteriores do México.
Apesar de todos concordarem que é preciso fazer algo para tentar livrar o planeta de uma catástrofe global, o evento foi um fiasco e a indignação visível: Para a Aliança Bolivariana para os Povos da América (Alba), faltou vontade política por parte dos países desenvolvidos, e o resultado desta conferência foi um desrespeito à soberania de outros países. Para o Greenpeace brasileiro, os líderes mundiais falharam.
Os países ricos precisam cortar até 2020 cerca de 40 por centos das emissões de gás carbônico, em relação à emissão de 1990, o que é difícil para eles, porque poderiam comprometer suas economias, então, apresentando uma proposta para cortar apenas a metade do que é necessário. Segundo o Ministério de Clima e Energia da Dinamarca, por causa do aquecimento global é possível esperar: secas e inundações. Na prática quer dizer o seguinte: o clima esquenta, aumentando a evaporação, tanto na terra quanto na água, só que a água que subiu em forma de vapor não cai nos mesmos lugares (em forma de chuvas), e sim em outros, somando com a da atmosfera e causando grandes inundações. Além disso, geleiras em diversas partes do mundo estão derretendo, o que contribui mais para as enchentes.
Bem que o Brasil tentou salvar o último dia de encontro dos líderes, afirmando que também poderia contribuir para ajudar os países pobres a enfrentar os problemas do aquecimento global, mas foi em vão. O Presidente Lula ressaltou que a questão principal não é apenas dinheiro, mas que este se faz necessário para que as nações menos desenvolvidas possam manter seu desenvolvimento e assim, cuidarem do meio ambiente.
Sem um acordo real para tentar combater o aquecimento global, terminou nesta sexta-feira (18/dezembro) a Conferência das Nações Unidas para Mudanças Climáticas (COP-15), realizada em Copenhague, Dinamarca. O evento que começou no dia 07 deste mês só conseguiu fazer com que se chegasse a um denominador comum: segundo o Ministério do Meio Ambiente (MMA) do Brasil, os países ricos irão contribuir com US$ 30 bilhões nos próximos três anos, para um fundo de luta contra o aquecimento global.
Numa proposta apresentada pela Austrália, México, Noruega e Reino Unido, 50 por centos deste fundo deveriam ser destinados aos países em desenvolvimento, de preferência os mais pobres, priorizando os mais pobres e mais vulneráveis, de acordo com a Secretaria de Relações Exteriores do México.
Apesar de todos concordarem que é preciso fazer algo para tentar livrar o planeta de uma catástrofe global, o evento foi um fiasco e a indignação visível: Para a Aliança Bolivariana para os Povos da América (Alba), faltou vontade política por parte dos países desenvolvidos, e o resultado desta conferência foi um desrespeito à soberania de outros países. Para o Greenpeace brasileiro, os líderes mundiais falharam.
Os países ricos precisam cortar até 2020 cerca de 40 por centos das emissões de gás carbônico, em relação à emissão de 1990, o que é difícil para eles, porque poderiam comprometer suas economias, então, apresentando uma proposta para cortar apenas a metade do que é necessário. Segundo o Ministério de Clima e Energia da Dinamarca, por causa do aquecimento global é possível esperar: secas e inundações. Na prática quer dizer o seguinte: o clima esquenta, aumentando a evaporação, tanto na terra quanto na água, só que a água que subiu em forma de vapor não cai nos mesmos lugares (em forma de chuvas), e sim em outros, somando com a da atmosfera e causando grandes inundações. Além disso, geleiras em diversas partes do mundo estão derretendo, o que contribui mais para as enchentes.
Bem que o Brasil tentou salvar o último dia de encontro dos líderes, afirmando que também poderia contribuir para ajudar os países pobres a enfrentar os problemas do aquecimento global, mas foi em vão. O Presidente Lula ressaltou que a questão principal não é apenas dinheiro, mas que este se faz necessário para que as nações menos desenvolvidas possam manter seu desenvolvimento e assim, cuidarem do meio ambiente.






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