OAB critica Nelson Jobim
Ministro da Defesa e comandantes militares são contra a Comissão da Verdade e ameaçaram deixar o cargo
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) criticou hoje, em sua página na Internet, o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, e comandantes militares, por serem contra a criação da “Comissão da Verdade”, inclusa no Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), que visa investigar torturas ocorridas durante a ditadura militar (1964-1985), punir os responsáveis e ter acesso aos arquivos da época.
A política do PNDH-3 possui base em sistemas da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização dos Estados Americanos (OEA), e busca garantir ao povo brasileiro direitos, como: alimentação, educação, saúde, igualdade racial, habitação, crianças e adolescentes, juventude, direitos da mulher, da pessoa com deficiência, do meio ambiente e segurança.
Para a OAB-RJ, o Presidente Luís Inácio Lula da Silva deveria ter aceito os pedidos de demissão por parte dos chefes de defesa, ao invés de ceder às pressões do Ministro. A Ordem, à nível nacional, ainda sustenta que o país não pode se acovardar e querer esconder a verdade, e que anistia não é amnésia.
A notícia ganhou destaque, inclusive, no jornal espanhol, “El País”, que sustenta que o Presidente Lula iria revisar a Lei, e que esta foi a pior crise entre governo e forças armadas durante o governo do petista.
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A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) criticou hoje, em sua página na Internet, o Ministro da Defesa, Nelson Jobim, e comandantes militares, por serem contra a criação da “Comissão da Verdade”, inclusa no Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3), que visa investigar torturas ocorridas durante a ditadura militar (1964-1985), punir os responsáveis e ter acesso aos arquivos da época.
A política do PNDH-3 possui base em sistemas da Organização das Nações Unidas (ONU) e da Organização dos Estados Americanos (OEA), e busca garantir ao povo brasileiro direitos, como: alimentação, educação, saúde, igualdade racial, habitação, crianças e adolescentes, juventude, direitos da mulher, da pessoa com deficiência, do meio ambiente e segurança.
Para a OAB-RJ, o Presidente Luís Inácio Lula da Silva deveria ter aceito os pedidos de demissão por parte dos chefes de defesa, ao invés de ceder às pressões do Ministro. A Ordem, à nível nacional, ainda sustenta que o país não pode se acovardar e querer esconder a verdade, e que anistia não é amnésia.
A notícia ganhou destaque, inclusive, no jornal espanhol, “El País”, que sustenta que o Presidente Lula iria revisar a Lei, e que esta foi a pior crise entre governo e forças armadas durante o governo do petista.








