2009 foi um ano negativo, diz a Sociedade Interamericana de Imprensa
23 jornalistas, ao todo, foram assassinados em 2009, em todo o continente americano, segundo a Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP), em uma mensagem de fim de ano, publicada nesta quinta-feira (31/dezembro/2009). Somente 11 deles, no México. Além disso, existem outros 27 profissionais da área que estão presos em Cuba. Para a SIP, o ano passado deixou um saldo negativo no que diz respeito à liberdade de imprensa e de expressão, pois diversos repórteres exercem as suas atividades sob pressão e intimidação por parte de diversos governos e/ou outras autoridades.
201 cartas de reclamações foram enviadas a diversos governos, exigindo as garantias e os direitos de cidadania, em particular, aos jornalistas. Durante o ano várias delegações da SIP foram enviadas a países, como, Venezuela, Nicarágua, Bolívia, Equador e México, para investigarem possíveis irregularidades e desrespeitos às liberdades de expressão.
No dia 22 do mês passado, o governo equatoriano havia suspendido por três dias as transmissões do canal de TV “Teleamazonas”, por ter retransmitido uma matéria supostamente falsa, e que teria causado perturbação social.
Em novembro do mesmo ano, grupos de caminhoneiros cercaram três distribuidoras dos jornais argentinos, “Clarin” e “La Razón”, atrasando e roubando a distribuição dos mesmos junto às bancas de jornais. Desde setembro que a empresa de comunicações recebe proteção policial, após mais de 150 agentes da Receita Federal local visitarem e fiscalizarem a sede da companhia, ato no qual foi considerado como intimidador pelo impresso, que mantém uma postura crítica ao governo.
No dia 03 de agosto, o canal de TV venezuelano, “Globovisión”, foi atacado por supostos partidários do governo. A emissora mantém uma linha editorial crítica ao Presidente Hugo Chávez e enfrenta vários processos na justiça. Se discutia naquele país uma lei de delitos midiáticos, para punir jornalistas, que divulgassem informações prejudiciais ao governo, mas a medida não entrou em vigor, por fortes pressões internas e externas, de organismos de proteção aos direitos humanos e de liberdade de imprensa, além da comunidade internacional.
201 cartas de reclamações foram enviadas a diversos governos, exigindo as garantias e os direitos de cidadania, em particular, aos jornalistas. Durante o ano várias delegações da SIP foram enviadas a países, como, Venezuela, Nicarágua, Bolívia, Equador e México, para investigarem possíveis irregularidades e desrespeitos às liberdades de expressão.
No dia 22 do mês passado, o governo equatoriano havia suspendido por três dias as transmissões do canal de TV “Teleamazonas”, por ter retransmitido uma matéria supostamente falsa, e que teria causado perturbação social.
Em novembro do mesmo ano, grupos de caminhoneiros cercaram três distribuidoras dos jornais argentinos, “Clarin” e “La Razón”, atrasando e roubando a distribuição dos mesmos junto às bancas de jornais. Desde setembro que a empresa de comunicações recebe proteção policial, após mais de 150 agentes da Receita Federal local visitarem e fiscalizarem a sede da companhia, ato no qual foi considerado como intimidador pelo impresso, que mantém uma postura crítica ao governo.
No dia 03 de agosto, o canal de TV venezuelano, “Globovisión”, foi atacado por supostos partidários do governo. A emissora mantém uma linha editorial crítica ao Presidente Hugo Chávez e enfrenta vários processos na justiça. Se discutia naquele país uma lei de delitos midiáticos, para punir jornalistas, que divulgassem informações prejudiciais ao governo, mas a medida não entrou em vigor, por fortes pressões internas e externas, de organismos de proteção aos direitos humanos e de liberdade de imprensa, além da comunidade internacional.






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