Brasília sediará encontro para debater crimes cibernéticos
É a oitava reunião de Ministros da Justiça das Américas
De 24 a 26 de fevereiro deste ano, a capital brasileira, Brasília, será sede da Oitava Reunião de Ministros da Justiça, Fiscais e Procuradores das Américas (REMJA). O encontro, que teve uma pré-estréia ontem (21) e hoje (22/janeiro/2010) na Sede da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington, nos Estados Unidos, terá continuidade no país sul-americano para discutir e propor medidas de combates a crimes cibernéticos.
Temas, como, invasão de sistemas por hackers, roubo de propriedade intelectual, espionagem industrial, exploração sexual, pornografia infantil e outros tópicos de vandalismo digital serão discutidos no evento. Ainda não existem leis especificas para combater estes delitos, mas somente alguns países se mostram um pouco mais preparados para investigar crimes na web: Brasil, Estados Unidos, Argentina, Chile, México, Peru, Costa Rica, Equador, Panamá e Bahamas.
Em junho do ano passado, hackers invadiram o site do Tribunal Eleitoral da Argentina e modificaram a página, um dia antes das eleições para o legislativo, mas esta foi corrigida rapidamente, informou o G1.
Só em 2008, de acordo com o Centro de Denúncias de Crimes de Internet (sigla em Inglês: IC3), órgão ligado à Polícia Federal americana (FBI), foram recebidas 275.284 queixas, com prejuízos de 265 milhões de dólares ao mercado americano, desde fraude em leilões, cartão de crédito, entre outras coisas.
Segundo a OEA, para se combater crimes de internet é preciso que haja cooperação de diversos países e das autoridades do setor público-privado. O assunto começou a ser debatido durante a segunda REMJA, em março de 1999.
De 24 a 26 de fevereiro deste ano, a capital brasileira, Brasília, será sede da Oitava Reunião de Ministros da Justiça, Fiscais e Procuradores das Américas (REMJA). O encontro, que teve uma pré-estréia ontem (21) e hoje (22/janeiro/2010) na Sede da Organização dos Estados Americanos (OEA), em Washington, nos Estados Unidos, terá continuidade no país sul-americano para discutir e propor medidas de combates a crimes cibernéticos.
Temas, como, invasão de sistemas por hackers, roubo de propriedade intelectual, espionagem industrial, exploração sexual, pornografia infantil e outros tópicos de vandalismo digital serão discutidos no evento. Ainda não existem leis especificas para combater estes delitos, mas somente alguns países se mostram um pouco mais preparados para investigar crimes na web: Brasil, Estados Unidos, Argentina, Chile, México, Peru, Costa Rica, Equador, Panamá e Bahamas.
Em junho do ano passado, hackers invadiram o site do Tribunal Eleitoral da Argentina e modificaram a página, um dia antes das eleições para o legislativo, mas esta foi corrigida rapidamente, informou o G1.
Só em 2008, de acordo com o Centro de Denúncias de Crimes de Internet (sigla em Inglês: IC3), órgão ligado à Polícia Federal americana (FBI), foram recebidas 275.284 queixas, com prejuízos de 265 milhões de dólares ao mercado americano, desde fraude em leilões, cartão de crédito, entre outras coisas.
Segundo a OEA, para se combater crimes de internet é preciso que haja cooperação de diversos países e das autoridades do setor público-privado. O assunto começou a ser debatido durante a segunda REMJA, em março de 1999.






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