Chile entra para um grupo de elite
País é o primeiro da América do Sul a fazer parte da OCDE
O Chile se torna hoje o primeiro país sul-americano a fazer parte da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), tornando-se o 31° da lista. O acordo foi assinado nesta segunda-feira (11/janeiro), no Palácio Presidencial da Moeda, sede do governo.
Para a OCDE, a entrada do Chile ao bloco se deve à quase 20 anos de reformas democráticas e uma economia estável, com crescimento nesta área de 5 por centos ao ano durante todo esse período. Desde maio de 2007, que se discutia a entrada do país de Bachelet ao bloco.
Criada em 1961 e com sede na França, a Organização é formada por países que representam 80 por centos do PIB (Produto Interno Bruto) mundial. Para fazer parte deste grupo, é preciso que as nações estejam comprometidas com os princípios democráticos e com a economia de mercado, promovendo crescimento sustentável e elevando os padrões de vida de sua gente.
Ainda há uma mesa de discussão para uma possível adesão de outras economias, como: Brasil, China, Índia, África do Sul e Indonésia. Até o momento, o único país da América Latina (além do Chile) a fazer parte deste grupo de elite é o México.
O Chile se torna hoje o primeiro país sul-americano a fazer parte da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), tornando-se o 31° da lista. O acordo foi assinado nesta segunda-feira (11/janeiro), no Palácio Presidencial da Moeda, sede do governo.
Para a OCDE, a entrada do Chile ao bloco se deve à quase 20 anos de reformas democráticas e uma economia estável, com crescimento nesta área de 5 por centos ao ano durante todo esse período. Desde maio de 2007, que se discutia a entrada do país de Bachelet ao bloco.
Criada em 1961 e com sede na França, a Organização é formada por países que representam 80 por centos do PIB (Produto Interno Bruto) mundial. Para fazer parte deste grupo, é preciso que as nações estejam comprometidas com os princípios democráticos e com a economia de mercado, promovendo crescimento sustentável e elevando os padrões de vida de sua gente.
Ainda há uma mesa de discussão para uma possível adesão de outras economias, como: Brasil, China, Índia, África do Sul e Indonésia. Até o momento, o único país da América Latina (além do Chile) a fazer parte deste grupo de elite é o México.






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