quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Haiti: Tragédia completa 1 ano

Informação atualizada às 4h38, de 12/1/2011.

Na ocasião, cônsul haitiano teria dito que a tragédia fazia com que o país ficasse conhecido.

O pior terremoto de 2010 completa um ano nesta quarta-feira (12/1). O tremor de 7 graus Richter deixou mais de 250 mil mortos no Haiti, que ainda está tentando se reconstruir em meio a desgraças, como a epidemia de cólera que, por exemplo, até o mês passado já havia matado 2.800 pessoas e infectado mais outras 130 mil, de acordo com as Nações Unidas (ONU).

Na última sexta-feira (7), as Nações Unidas criaram uma missão formada por quatro especialistas em medicina para investigar a contaminação da doença no país centro-americano.

Pelo menos dois milhões de haitianos estão sobrevivendo graças ao Programa Mundial de Alimentos da ONU. Recentemente, o Brasil passou a fazer parte da lista dos dez maiores doadores.

Relembre alguns fatos importantes sobre o caso:

O cônsul haitiano no Brasil, George Samuel Antoine, teria dito que na ocasião que "a desgraça de lá [Haiti] estava sendo uma boa", porque o país ficaria conhecido, e acredita que a tragédia tenha ocorrido por causa da religião local, o Vodu.

A ONU disponibilizou um site para receber doações em favor das vítimas, entre US$ 25 dólares a US$ 1.000 dólares. Inicialmente, pretendia-se conseguir cerca de US$ 575 milhões de dólares.

O ator norte-americano, George Clooney, promoveu uma maratona simultânea em três lugares (Califórnia, Nova Iorque e Londres) para arrecadar dinheiro.

Um estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) informava que o país precisaria em média US$ 14 bilhões de dólares para a reconstrução.

Na tragédia morreu também a missionária da Pastoral da Criança, Zilda Arns, além de 18 militares brasileiros que faziam parte da Força de Paz das Nações Unidas (MINUSTAH), controladas pelo Brasil.

A atuação brasileira:

O Brasil pretendia investir inicialmente cerca de R$ 130 milhões, enviando cerca de 50 ambulâncias e dez Unidades de Pronto-Atendimento (UPAs).

O Ministério da Saúde junto com o Itamaraty criaram uma missão de ajuda para receber doações, que poderiam ser entregues nas Defesas Civis, além de uma conta bancária para arrecadar fundos.

O governo brasileiro também enviou hospitais de campanha, kits de medicamentos, além de bombeiros, cães farejadores, engenheiros, aumentou o número de homens na força de paz, entre outras coisas.

Vídeo: SBT/YouTube/Reprodução

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Cônsul haitiano falando sobre o terremoto em 2010.

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