terça-feira, 17 de maio de 2011

Brasil e EUA constroem robô que detecta armas químicas

Equipamento é uma arma na luta contra o terrorismo

Imagem cedida por: Marcos Santos/USP


Uma parceria entre Brasil e Estados Unidos, na luta contra o terrorismo, resultou na construção de um robô (foto), que detecta armas químicas, tais como: o gases mostarda, sarin, VX, entre outros. O projeto – chamado de “Loar 3” , que significa “Laboratório em um robô”, na abreviação em inglês (Lab on a Robot) – foi desenvolvido pelo Instituto de Qúimica da USP, em São Paulo, junto com a Universidade do Texas, nos EUA, sendo financiado pela Marinha americana.

Todos esses compostos podem matar em poucos minutos, ao agir diretamente no sistema nervoso e/ou na corrente sanguínea, ressalta o Instituto de Química.

O robô, divulgado recentemente à imprensa, possui rodas e dois equipamentos que tornam possíveis verificar a possibilidade de armas químicas: o primeiro é um biossensor, que faz a detecção no ar. O segundo, chamado de eletroforese capilar, coleta amostras do ar e transfere-as para um compartimento de água, no qual separa os materiais coletados para identificá-los. Os dados analisados são enviados a uma base, por tecnologia sem fio, algo parecido com o wireless.

Em uma área militar, por exemplo, a máquina poderia anteceder o deslocamento de pessoas para áreas que estivessem sob suspeita de contaminação, antes mesmo de acontecer.

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