quarta-feira, 8 de maio de 2013

Brasil e demais países amazônicos criticam intenção de registro de extensão do domínio “amazon”

Durante a XII Reunião e Ministros de Relações Exteriores dos Países da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA), em El Coca, no Equador, última sexta-feira (3/5), os governos do Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela – todos onde está a Floresta Amazônica – criticaram a intenção do site norte-americano de vendas online Amazon de tentar registrar sob sua propriedade as extensões de domínio “amazon”, “amazonia”, “amazônia”, “amazónia”, “amazone”, entre outros, em inglês, japonês e chinês etc. Para esses chanceleres, se trataria de uma “apropriação” dos nomes geográficos da região citada, que poderia representar uma “associação errônea” com os países e os povos amazônicos, portanto, devendo permanecer como um patrimônio dessa gente.

O Brasil e o Peru contestaram no final do ano passado o registro junto à Corporação para Atribuição de Nomes e Números na Internet (Icann, na sigla em inglês), a entidade internacional que controla as extensões de domínio de internet (ex.: com, info, biz, aero e name).

A varejista estadunidense teria pago 185 mil dólares para iniciar o processo de registro da extensão domínio. Caso desistisse, poderia até o fim de 2012 receber de volta cerca de 80 por cento do valor investido, de acordo com o “G1”.

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